A lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o SINAES, considera responsabilidade social da instituição, especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural. Frente a isto, a instituição hoje já desenvolve as seguintes atividades:

a) Acomodação da infraestrutura física para receber os portadores de deficiência, facilitando o aceso e a inclusão. Além disso, ministra disciplina de libras para o seu corpo técnico administrativo e docente, a fim que estes interajam com o deficiente auditivo.

b) A fim de minimizar as dificuldades no processo de aprendizagem e objetivando incluir pessoas com dificuldades, oferece acompanhamento pedagógico continuado, para que o Corpo Docente perceba sinais de dificuldades e/ou distúrbios de aprendizagem. Sendo os mesmos, encaminhados previamente ao serviço de apoio ao discente para que sejam tomadas as medidas preventivas e/ou curativas necessárias.

c) Preocupada com a inclusão das pessoas que estão em situação financeira desfavorável, manterá alunos bolsistas ou com redução de mensalidades.

d) Com o objetivo de contribuir para a formação de cidadãos responsáveis pela defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural, algumas ações são desenvolvidas, expressando e traduzindo a sua política.
Entendemos que as políticas de responsabilidade social são eixos transversais de todas as demais políticas: de ensino, pesquisa e extensão; de forma que os valores éticos e humanísticos estão sempre presentes no dia-a-dia da Instituição.
Preocupações com o bem estar social, com o meio ambiente, promovendo ações conscientes e cidadãs, podem ser observadas através dos seguintes objetivos:

  1. Implementação de projetos que permitem o treinamento prático, o aperfeiçoamento técnico-cultural, científico e de relacionamento humano, estabelecendo parcerias locais, regionais e/ou nacionais;
  2. Contribuição para conferir qualidade à atuação de organizações sociais, consciente que essa relação contribuirá para a qualificação do próprio meio acadêmico, compreendendo-se a importância pedagógica dos movimentos sociais em relação à educação não-formal;
  3. Viabilização projetos em parceria com agências de fomento para o financiamento das ações para viabilizar as interfaces sociais.